R.I.P. Mr. Moonwalker
segunda-feira, 29 de junho de 2009

Preferi esperar passar o alvoroço da morte da Michael Jackson para comentar o ocorrido.
A notícia pegou nossa redação, aqui da Tribuna Impressa, de surpresa.
Eram quase 19 horas do dia 25 de junho, na semana passada, quando fiquei sabendo da morte de MJ.
Estava com Twitter do Tribuna F.C. aberto quando, de repente, sobe a primeira mensagem: "Michael Jackson Dies". O link remetia ao principal site de fofocas dos Estado Unidos, o TMZ.
Imediatamente virei pra Aline (editora do Portal Tribuna) e perguntei: "Você já ficou sabendo que o Michael Jackson morreu?" No começo nem ela acreditou, mas outros sites dos EUA começaram a dar a informação. Não que tinha morrido, mas que estava em coma.
Ligamos a tevê da redação na CNN e lá já estava o apresentador em 'Breaking News', direto de Los Angeles.
Esta é uma das notícias que custamos a acreditar. Mas, infelizmente, foi de verdade.
MJ foi um ícone para quem passou sua infância e adolescência na década de 80, como eu. Até hoje guardo um vinil de Thriller em casa - ganhei de presente de aniversário do meu pai, em 1984.
Michael é um daqueles ícones da música que não parece que é de verdade. Divide opiniões e sentimentos. Esteve envolvidos em escândalos, não podemos negar. Mas ele é o cara.
Sempre gostei das músicas de MJ. Na década de 80, em nossas festinhas no fundo do quintal, sempre rolava alguma música dele. O mais engraçado eram as coreografias de Thriller, aquela música dos zumbis.
MJ vai deixar uma lacuna enorme no cenário musical mundial. Influenciou - e muito - vários produtores de música eletrônica. Vários samplers de seus álbuns são usados em tracks pelo mundo afora. Vários remixes de suas faixas são produzidos.
Não podemos esquecer do legado de Michael Jackson na cultura pop.
Descanse em paz Mr. Moonwalker.