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Meu Perfil

Silvia Pereira

Silvia Cristina Pereira nasceu no Dia da Árvore (21 de setembro) do ano de 1969, em Ribeirão Preto (SP). Caçula temporã de três filhas, cedo aprendeu a brincar sozinha, criando historinhas para as peças de um tabuleiro de xadrez.

 

Logo descobriu nas Sessões da Tarde (que na década de 70 passava clássicos do cinema que hoje só se vê nas sessões Coruja) uma forma de “viajar” em histórias já prontas - algo que também passaria a fazer com livros, assim que aprendeu a ler, e que já fazia com a música, sem perceber.

 

Cresceu criança estranha, voltada para dentro, e se aprendeu a fazer amigos bem mais tarde na vida foi porque isso não se ensina em livros e filmes.
 
Decidiu quase na fila da inscrição para o vestibular que seguiria uma profissão que lhe possibilitasse “brincar com as palavras”. Porque a faculdade em que se inscreveu não oferecia Publicidade e Propaganda no período noturno –precisava trabalhar de dia- aceitou Jornalismo mesmo... e A-DO-ROU! (“e não é que escrever sobre realidade também pode ser legal?”).
 
Saiu da faculdade já trabalhando na área, arregimentada por dois de seus professores para a redação do Jornal de Ribeirão. Dali foi aprender texto de revista na Revide, no início da década de 90. Após dois anos foi trabalhar no semanário Enfim Ribeirão e de lá saiu para assumir uma vaga no caderno local da Folha de S. Paulo.
 
E lá foi a Silvia aprender hard news numa jornada de 10 a 14 horas diárias. Quase dois anos depois foi cuidar do Departamento de Cinema do recém reativado Museu da Imagem e do Som de Ribeirão. Ficou poucos meses e voltou para o jornalismo diário, só que agora no jornal Comércio do Jahu (Jaú/SP), onde aprendeu a ser editora com o José Antonio Bonato.
 
Louca, quase três anos depois já estava aceitando o cargo de editora de Cidades no Diário da Região, em São José do Rio Preto. No ano seguinte virou assessora de imprensa da Prefeitura de Mirassol, mas cansou da política e voltou para o jornalismo diário quase três anos depois. Encontrou um presentão na editoria de Cultura da Tribuna Impressa, onde editou o caderno TôLigado de 2003 a 2009. Em fevereiro de 2009, assumiu o cargo de editora-chefe do jornal.
 
Em Araraquara fincou raízes com o marido, o músico com diploma de engenheiro Márcio Luiz Pelegrina.  Mas ainda curte "viajar" em mil histórias (suas e dos outros).