Haja coração!

sexta-feira, 27 de março de 2009

"Ser mãe é padecer no paraíso." A frase mais que batida serve bem para ilustrar os últimos dias de minha vida e de um monte de mães que eu conheço. Se quando os filhos nascem nossa preocupação é com cólicas, mamadas, côco mole, duro, claro escuro... Agora, quando eles crescem, as coisas pioram bem. Eu e as leitoras desse blog passamos dias difíceis. Primeiro, a Neide, do Jardim Gardênias, que levou um susto com o pequeno Miguel. O bebê comeu areia na escolinha e pegou uma infecção intestinal. Teve que ser internado, passar por lavagem, está com gastrite e se recuperando aos poucos. Um susto! A Sonayra, do Jardim Indaiá, está às voltas com um momento super importante na vida da pequena Thalita: os primeiros dias na escola. Aos dois anos, ela resolveu levar a filha para a nova vida e os transtornos começaram logo que foi procurar por escolas. Além dos preços, as dificuldades e dúvidas é o que mais pesa na escolha. Mas, agora, depois de escolhida a escola, a paciência será com a adaptação. Embora a pequena esteja ansiosa, é um momento novo... A Keila, também do Jardim Gardênias, que já colocou o Giovani na escolinha desde o início do ano, não sabia mais o que fazer para ele parar de chorar na escola. Agora, depois de muita paciência (essa palavra nos acompanhará para o resto da vida!) está sorrindo à toa ao saber que seu pequeno não chora mais quando ela vai embora. E, por fim, a Vânia, do Parque São Paulo, que levou um susto: correndo na escola, a pequena Júlia caiu, cortou o queixo e levou quatro pontos. Um susto! Haja coração!!!!

Bebês criados em creche têm melhor desempenho, diz pesquisa

segunda-feira, 16 de março de 2009

Pais e mães (principalmente os de primeira viagem) sempre têm dúvidas sobre qual a melhor hora de colocar o filho na escolinha. E quando o caso é o da mãe que trabalha, colocar ou não em uma creche, o dia inteiro, é praticamente enfiar uma faca no coração da família. Isso por vários motivos. Definir com qual idade o filho começa a vida escolar é bem difícil. No entanto, uma pesquisa britânica feita com 4.800 nascidos nos anos de 2000 e 2001 traz alívio às mamães e papais que colocaram seus filhos na escolinha desde cedo. Segundo o estudo, aos 3 anos, a criança que ficou na creche demonstrou melhor compreensão de cores, letras, números, tamanhos, comparações e formas. Em contrapartida, as que ficaram com avós, por conviver muito com adultos, demonstraram melhor vocabulário. Um artigo sobre o tema deve ser publicado no "Journal of Social Policy", da Cambridge University Press.

Como tirar a mamadeira noturna e a chupeta?

terça-feira, 10 de março de 2009

Estamos iniciando hoje uma nova fase no Blog Filhos...Filhos? As mães mandam as dúvidas sobre o desenvolvimento de seus filhos (por e-mail, telefone, carta à Redação ou pessoalmente) e elas são colocadas no blog. A intenção é que outras mães, em vários outros locais, vejam as dúvidas e compartilhem conosco suas experiências, ajudando-nos na educação de nossos pequenos.

Hoje, duas mães já procuraram a Redação para colocar suas dúvidas. A Vânia, do Parque São Paulo, quer saber como tirar a mamadeira que a filha dela, de dois anos e meio, ainda toma de madrugada. E a Roseli, do Jardim Helena, não sabe como tirar a chupeta de seu filho, prestes a fazer três anos.

Para colaborar, é só clicar em comentários e colocar a sua resposta. Quem quiser fazer perguntas, pode enviá-la por e-mail (no canto direito desta página, embaixo de "Meu Perfil"), por telefone (16-3303-3336), por carta (Avenida Bento de Abreu, 929, Fonte Luminosa, Araraquara, São Paulo, CEP: 14802-396, Aos cuidados de Cris Gercina - Blog Filhos) ou pessoalmente, na Avenida Bento de Abreu, 929, na Fonte.

A mulher do pai

quinta-feira, 5 de março de 2009

Na ponta esquerda, eu, na direita, a Thaís, e no meio, o Renê e as meninasNo dicionário, o significado de madrasta é justamente esse: "denominação que se dá à mulher do pai em relação aos filhos dele". Sabemos que o estigma da madrasta é de pessoa maldosa dado o que os contos de fada fizeram com a figura. Nas fábulas, ela é a pessoa que ocupa o lugar da mãe (sempre morta) e passa a infernizar a vida da filha, principalmente depois que o pai (o único protetor da garota) morre. Daí, resta ao príncipe encantado salvá-la. Bom, sou madrasta da Eleonora, hoje com 10 anos, e da Vitória, que tem 16 anos, filha do primeiro casamento do Renê com a Thaís. Nunca me designei com outro nome quando me apresento e nunca usei o pseudônimo "boadrasta", tão utilizado hoje. Diga apenas que sou madrasta e elas são minhas enteadas. Também não as pressiono. A Eleonora me chama de "tia" desde o primeiro momento que me viu e a Vitória me chama de Cris. Ser madrasta é muito difícil, principalmente porque o nosso estigma é justamente esse: A MULHER DO PAI. Não fazemos parte da família, mas também não estamos fora dela. Para a maioria, a mulher do pai não quer dizer nada, mas para os filhos e, na maioria dos casos, para as ex-mulheres, quer dizer muito. Ser a mulher do pai, para muitos, representa, ciúme, desavença, destruição, entre outros adjetivos pouco agradáveis. Hoje, lendo uma matéria sobre madrastas, me identifiquei com muitas coisas que li e percebi que, muitas das dicas dadas por especialistas, já vivenciei. E a maior delas é: não queira ser a mãe dos filhos dele. Essa é uma coisa que nunca quis, mas era pouco perceptível para quem via a situação de fora, pois como sempre tratei bem as meninas, todos achavam que queria ser mãe delas. Não, não quero ser a mãe da Vitória e da Eleonora. Quero ser apenas o que sou: madrasta delas. Mas nunca me furtei de tratá-las bem, de incluí-las em todos os nossos planos e de dar-lhes tudo o de melhor (nessa, muitas vezes a Luiza fica em desvantagem, pois ganha sempre o melhor presente). Outra coisa que nunca fiz foi falar mal da mãe delas, embora tenha discordado da Thaís (e ela de mim) muitas vezes, mas eu e ela sempre conversamos. Todos que estão lendo podem pensar que nosso relacionamento (digo, dessa família imensa) sempre foi legal, mas não. No passado, tivemos problemas, mas hoje, depois que a Luiza nasceu, sinto que as coisas melhoraram muito. Eu e a Thaís nos respeitamos mais e a Vitória e a Eleonora sentem isso, além do Renê (é claro!), que consegue dormir bem mais tranquilo, e da Luiza, que é apenas um bebê e não entende nada dessas coisas do mundo. Sei que, para ela, ela tem duas meia-irmãs, mas o amor que recebe é inteiro, não pela metade. Por isso, digo para todas que acham que não há luz no fim do túnel: respeito em primeiro lugar e paciência, pois o tempo é o senhor da razão!

Como tirar a fralda noturna???

quarta-feira, 4 de março de 2009

Estou tentando tirar a fralda noturna da Luiza e não está nada fácil.... Coloco-a para ir ao banheiro antes de dormir e, por volta das 23h30 ou meia-noite, vou acordá-la para levar ao banheiro, mas não está dando certo. Ela chora porque a estou despertando no meio da noite e, mesmo que eu insista, não faz xixi. Resultado: faz xixi na cama depois e acorda molhada... Mamães de plantão, gostaria de saber o que faço.... Será que podem me ajudar????