Dez bons motivos para praticar o aleitamento materno

quinta-feira, 23 de julho de 2009

As blogueiras e blogueiros de plantão já deram início à mais uma campanha na rede em defesa da amamentação e o blog Filhos...Filhos? não vai ficar de fora. Entre 1 e 7 de agosto é celebrada a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Além de ser um momento para ressaltarmos a importância desse ato de amor, é hora também de trocarmos experiências e falarmos das dificuldades que algumas mães têm para amamentar, divindindo dores e buscando soluções em conjunto. Mesmo sendo mãe de primeira viagem, acredito que fui bem assessorada e consegui quebrar um ciclo que se segue em minha família: poucos bebês, na minha família, tiveram aleitamento materno exclusivo. Na cidade de Araraquara, dados de 2007 mostram que apenas 15% dos bebês tiveram aleitamento materno exclusivo por seis meses naquele ano. Agora, a Secretaria Municipal de Saúde quer mapear o percentual de amamentação em 2009. Eu tive o prazer de fazer parte do seleto grupo de mães que amamentam seus filhos exclusivamente ao seio por seis meses, primeiro porque fazia questão e venci todas as dores das rachaduras; segundo porque tinha horário diferenciado de trabalho e conseguia ficar com minha filha de manhã e, terceiro, porque na época, meu editor chefe, o José Eduardo de Carvalho, cumpriu mais que a lei e ao invés de me dar as duas saídas garantidas para amamentação, permitiu que eu me ausentasse todas as horas que a Luiza precisava mamar e incentivou o ato. Aqui, seguem alguns bons motivos para amamentar:

1 - É uma vacina natural.

2 - Reforça os laços entre mãe e bebê.

3 - Ajuda a ter filhos mais calmos.

4 - Traz autoconfiança para a criança.

5 - Diminui as cólicas dos recém-nascidos.

6 - Não traz riscos de intoxicação alimentar.

8 - Não há risco de que o leite estrague.

9 - Está na temperatura ideal sempre.

10 - É de graça. Conheço mães que gastam mais de R$ 150 ao mês com o leite especial para os primeiros meses de vida porque não conseguiram amamentar.

 

O que fazer com as crianças nas férias escolares

terça-feira, 14 de julho de 2009

As férias escolares são um período de preocupação para muitos pais. A primeira pergunta é: o que fazer com as crianças? No meio do ano, nem sempre é possível viajar e as coisas ficam mesmo mais difíceis. Além das contas (de água, luz, telefone e de supermercado), que ficam mais caras. Eu e a Luiza não passamos muito tempo juntas neste período, pois trabalho e ela continua a frequentar a creche, onde não há férias de inverno - a parada ocorre somente no início do ano, por 20 dias, mas mesmo assim, nos fins de semana, feriados e quando dá, a gente sempre tem saídas divertidas. Seguem algumas dicas:

1 - Assistir DVDs: alugue, empreste ou compre, mas junte o maior número possível de DVDs que você puder para assistir com seu(s) filho(s). Eles adoram. E dá para convidar os amiguinhos e até suas amigas que são mães.

2 - Prepare um piquenique. É uma coisa que as crianças adoram, que faz os adultos voltar a ser crianças e que ajuda bastante a ensinar os filhos a comer. Estimula bem, principalmente aqueles pequeninos que sempre torcem o nariz para comidas.

3 - Vá ao cinema. Aproveite as quartas-feiras, quando é mais barato, e faça um passeio família para ver os diversos filmes infantis da época. Eu sugiro "A Era do Gelo 3". É muito divertido.

4 - Pinte, borde, faça guerra de travesseiro, aproveite um dia de sol para um banho de mangueira, essas coisas que a gente acha super sem graça, mas que criança adora.

5 - Os dias de sol e calor (que no inverno de Araraquara são muitos) podem ser utilizados para ficar à beira da piscina. Seja da sua casa, da de um amigo, do Sesc, do Sesi, do Pinheirinho. Há várias opções.

6 - Reserve um dia para ir a um parque. As praças têm brinquedos, há áreas de lazer na cidade e há os brinquedos eletrônicos dos shoppings.

7 - Outra opção é levar as crianças a clubes, estabelecimentos comerciais e entidades que oferecem programação para elas nas férias. Na cidade, dá para brincar no circo, pintar o rosto, fazer oficinas, ouvir histórias, brincar em brinquedotecas, ler em bibliotecas, enfim, dá para se divertir bastante e todas são opções gratuitas.

 

Dói mais na mãe e no pai da criança que bate

sábado, 4 de julho de 2009

A Luiza foi muito cedinho à escola e, logo aos oito meses de vida, levou a primeira mordida. Lembro do dia: fui buscá-la e a berçarista a trouxe com a coxa gorducha mordida, com marcas de dentinho. Muito chateada, ela me pediu desculpas e disse que não conseguiu evitar. Não me zanguei e pensei: 'um dia morde, no outro morderá', pois criança é assim mesmo. O tempo passou e, no dia em que outra berçarista me disse que minha filha havia mordido e batido em crianças, foi duro. Eu e o pai dela adotamos a não violência como forma de educá-la e não costumamos bater lá em casa. Para corrigir maus comportamentos, castigo e disciplina são as (difíceis) técnicas. No entanto, ela havia batido em alguém, comportamento que se repetiu por alguns dias. Como mãe de primeira viagem, conversei muito com a educadora de minha filha, com outras mães, com o pediatra, além de ler vários livros sobre o assunto - tenho uma enciclopédia da criança que ganhei da Fê, do blog 'Paulo Coelho Não é Literatura', quando a Luiza nasceu. O livro me ajuda muito. Portanto, segue a lista de coisas que aprendi quando passei por essa difícil fase:

1 - O mau comportamento da criança como morder ou bater é decorrência de uma fase, que passará em breve. Temos que ter paciência.

2 - A criança pode estar repetindo comportamentos que vê em casa. Se ela apanha, baterá; se leva mordida de irmãos mais velhos, morderá; ou, em casos piores, pode estar sofrendo violência por parte de pessoas que ficam com ela. Neste caso, é preciso investigar e cortar o mau.

3 - Mesmo que em sua casa não haja nenhuma incitação à violência, você controle tudo o que ela vê na tevê e nos livros, ela poderá aprender a bater ou a morder na escolinha, no parque, em qualquer outro lugar, pois o mundo está cheio de violência. Temos, sim, que ter paciência para educar e mostar qual o melhor caminho.

4 - Na maioria das vezes, quando a criança se torna agressiva, é preciso fazer uma investigação do que a está incomodando. Foi o que fiz e descobri que a Luiza estava apanhando de uma outra criança que frequentava minha casa. Com essa resposta, consegui mudar o que a incomodava e ela parou de bater e morder. É claro que, às vezes, escapa, mas hoje, voltou a ser o doce de menina que conhecemos.

5 - Se seu filho for vítima de violência por parte de outra criança, não critique, não aponte, não proiba o convívio. Converse com o pai e a mãe, mas com cautela, pois realmente dói mais no pai e na mãe da criança que bate do que nos pais da que apanha.

Blog Filhos... Filhos? prorroga promoção

quarta-feira, 1 de julho de 2009

 

Blog Filhos... Filhos? prorroga promoção

 

O blog Filhos... Filhos? está prorrogando a promoção que dará às mamães, papais, amigos ou parentes de grávidas ou de famílias com bebês três termômetros para medir a temperatura da água da banheira. Da marca Nuk, famosa em todo o mundo pela qualidade de seus produtos infantis, os termômetros ajudam a identificar a temperatura ideal da água do banho dos pequenos que ainda precisam de banheiras.

 

Para participar, é só entrar no blog, deixar um comentário ou uma mensagem contando sua história, falando qual a importância de um bebê para você, o quanto ele pode mudar ou já mudou a sua vida. Os comentários poderão ser postados até a meia-noite de domingo e o sorteio será feito na segunda-feira, pela manhã. O resultado será divulgado imediatamente no blog, no Portal Tribuna (www.tribunaimpressa.com.br) e no jornal Tribuna de terça-feira.