"Brasil Heavy Metal - Um Filme, Um Sonho"

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

 

 

Realmente agora acredito. Quando li notícias que o Brasil faria um documentário sobre a sua cena metálica, "O Brasil Heavy Metal" - Um Filme, Um Sonho", achei que logo o projeto cairía no ostracismo ou por falta de patrocinio ou sei lá o que. Mas não, felizmente "vagando" pela Internet achei o site oficial do projeto, que diga-se de passagem, está bem adiantado e teremos o lançamento deste material histórico até o meio deste ano. Além do DVD, o pacote virá com um CD de músicas das bandas que fizeram a cena do Metal crescer no Brasil. Vai ser F****.

Vale ressaltar que a equipe do documentário está pedindo ao público que envie material para o DVD (com ênfase na cena dos anos 80). Confira o comunicado oficial :

"Se você tem um algum material de arquivo como vídeos (mesmo em baixa qualidade), fotos, cartazes de shows, ingressos, ou qualquer coisa que possa ajudar a ilustrar a história do heavy metal nacional dos anos 80, entre em contato com nossa produção. Seu nome fará parte dos créditos e agradecimentos do filme!" Entre em contato pelo e-mail contato@brasilheavymetal.com e colabore.

Rápidos detalhes

Micka Michaelis, que tocou guitarra na banda oitentista de metal Santuário, é o responsável pela produção e direção do material. Além da participação de integrantes de bandas lendárias, como Korzus , Viper, Salário Mínimo, Centúrias, Cérbero, Harppia e Stress, o vídeo trará entrevistas com outras figuras importantes, como Luiz Calanca (Baratos Afins), Toninho (fá clube do Sepultura), Ricardo Batalha (Roadie Crew) e Eduardo de Souza Bonadia (Rock Brigade), Vitão Bonesso (Backstage) entre outros.

Mais detalhes em: http://www.brasilheavymetal.com/


Confira na sequencia alguns teasers do documentário:

 

 

 

 

 

Show do Korzus

 

 

 

A Vida de Um Headbanger - Capítulo III

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

                                                                                                                                                                 

 

“O Cabelo e o Preconceito”

 

Por Wellington Martinelli

 

        Continuando meu pequeno diário sobre a difícil, mas prazerosa vida de headbanger, vou falar neste capítulo sobre um dos acontecimentos mais comuns na vida de qualquer “ser” que curta Rock/Metal: o preconceito.

 

 

     Especificamente vou falar sobre o preconceito que paira sobre quem tem os famigerados cabelos longos. Cabelos esses que no passado eram motivo de orgulho e, porque não dizer, eram uma vantagem sobre os outros bangers, afinal, o leitor deve se lembrar e bem das garotas que somente se envolviam com quem possuía uma belíssima madeixa, fato comum até os dias de hoje. As famosas “Marias-Xampu”.

 

  

 Mas voltando a palavra preconceito, quero demonstrar o verdadeiro sentido da palavra, pois quem de vocês não perdeu uma vaga de emprego, ou foi olhado de maneira diferente e desrespeitosa, somente por ter cabelos compridos? Quem de nós não foi motivo de chacota por nossos familiares engraçadinhos ou pelos colegas de classe na escola, que sempre vinham com a mesma chacota mais antiga que minha avó: “Olha o cabeludo, mulherzinha, mulherzinha!”...

 

 

 Mas tudo bem, enquanto estava somente nas brincadeiras (idiotas, claro, mas ainda assim apenas brincadeira) vamos levando a vida, mas e quando esse preconceito chega ao ponto de fazer você perder a chance de encontrar um bom emprego ou mesmo ser promovido ou coisa parecida no seu emprego atual? Isso além de nojento é uma afronta à constituição que diz que todo ser humano é igual perante a sociedade, independente de sua cor, raça, credo, ou mesmo, neste caso, do tamanho de cabelo.

 

 

 

Por isso amigos eu pergunto a vocês: “Onde esses intelectuais que comandam e gerenciam grandes e pequenas empresas aprenderam que se pode avaliar uma pessoa pelo tamanho do cabelo, pela tatuagem que ela possui ou mesmo a música que ela ouve”?

 

 

 

Se formos pensar assim, jamais poderá se demonstrar a real capacidade de cada ser humano, pois se classificarmos e julgarmos com antecedência, tiramos o direito das pessoas mostrarem seu potencial, pois sabemos que a maioria delas é muito mais capaz que um “engomadinho” que não tem nem personalidade própria, e que se mostra uma pessoa que segue as tendências, digamos “volátil demais”.

 

 

 O último tópico que abordo nesta crônica, melhor, apenas vou citar, surgiu em uma conversa com um amigo meu. Já repararam que é moda em “intelectualóides”, isso inclui universitários (estudantes de Humanas, principalmente), músicos, poetas, "pensadores" emfim, possuerem cabelo cumprido e barba mal feita? Por que neles tais artifícios são sinais de inteligência para a sociedade?

 

 

É normal ver muitos desses em programas de TV, Revistas ou Jornais, todos sendo lembrados de maneira extremamente positiva. Por que para com os “metaleiros”, cabelo e barba (sem citar tatoos) é sinal de mal cuidado e desprezo social? Não entendo mais nada mesmo. Isso que várias pesquisas apontam que quem gosta de Heavy Metal, possui Q.I mais elevado e..bom, não vêm ao caso comentar neste post. Deixa para um próximo.

 

 

 Quero finalizar, pedindo que os leitores escrevam contando suas experiências com esse tipo de preconceito, pois conhecendo o problema poderemos combatê-lo. Infelizmente, hoje não tive mais forças para manter meu cabelo, porque trabalho no departamento comercial de uma grande empresa do interior de SP. Aqui e em quase 90% das empresas privadas, infelizmente, o tamanho do cabelo ainda conta....Um grande abraço e até a próxima. Com ou sem cabelo comprido.

Os 40 melhores guitarristas segundo "Eu"

domingo, 18 de janeiro de 2009

Ultimamente parece que virou moda lançar listas de "melhores" disso ou "daquilo". Agora chegou a vez do Overdose entrar nessa dança. Porém aqui, a coisa será de outro jeito. Diferentemente dos outros veículos, farei aqui uma relação baseada em meu gosto pessoal. Não levei em consideração história, carreira ou mesmo as obras que os músicos apontados assinaram.

Segue então a lista dos 40 melhores guitarristas (certeza que devo ter esquecido alguém) segundo o meu gosto (de novo) . Apontei músicos de Hard Rock à Black Metal. Só não citei o grande Steve Ray Vaughan, por motivos óbvios. Opine e a aponte a sua lista.

 

 

 

1º Dimebag Darrel
2º Zakk Wylde
3º James Hetfield
4º Slash
5º Scott Ian
6º Tony Iommi
7º Kirk Hammet
8º Chuck Schuldiner
9º Ace Frehley
10º Max Cavalera
11º Angus Young
12º Richie Sambora
13º Steve Vai
14º Randy Rhoads
15º Andreas Kisser
16º Jeff Loomis
17º Kerry King
18º Angus Young
19º John Petrucci
20º David Gilmour
21º Steve Morse
22º Richie Kotzen
23º Rafael Bittencourt
24º Brian May
25º Yngwie Malmsteen
26º Kiko Loureiro
27º Paul Stanley
28º Piotr "Peter" Wiwczarek
29º Mick Mars
30º Victor Smolski
31º Glenn Tipton
32º Ralph Santolla
33º Phil Campbell
34º Dave Murray
35º Paul Gilbert
36º Jimmy Page
37º Dave Mustaine
38º Eddie Van Halen
39º Abbath
40º Timmo Tolkki

 

"Lords Of Chaos": mais uma boa produção

domingo, 11 de janeiro de 2009

 

 

          

Sam Dunn e suas duas pérolas;sorte nossa

 

 

Parece que emfim, nós, headbangers, estamos sendo premiados com grandes produções (documentários para ser mais preciso) que contam aos "leigos" os porquês, (às vezes tão contestáveis), de que quando se começa a gostar realmente de Heavy Metal nunca mais se abandona o estilo. Por isso, devemos tirar o chapéu para o cineasta e antropólogo canadense Sam Dunn, que com seus dois trabalhos (Metal: A Headbanger´s Journey e Global Metal) deixaram todos emocionados e orgulhos. "Sete países, 3 continentes e uma só Tribo", esta frase do Global Metal dá até arrepio..Demais, sem palavras.

 

 

Pesquisando um pouco sobre os documentários na Internet, descobri que existe um trampo que me deixou extremamente curioso e louco para possuir em formato DVD. Uma produtora norueguesa, produziu recentemente um documentário chamado "Lords Of Chaos: The Bloody Rise of the Satanic Metal Underground". A produção conta detalhes sobre a cena norueguesa do Black Metal, com foco em Gaahl, o polêmico vocalista do Gorgoroth.

 

Resumindo, para aqueles, que como eu, são fãs doentes do estilo e gostam de saber mais sobre a cena de lá, esse documentário é imperdível. Ele está disponível no You Tube, dividido em 5 partes, totalizando cerca de 30 minutos. Apesar de não conter legendas em português, uma pessoa que possuir um conhecimento intermediário de Inglês conseguirá entender, visto que a narração é bem lenta e as palavras são ditas com muita clareza.

Parece que há uma versão especial no Brasil no Filme Metal: A Headbanger´s Journey que contém esse documentário separadamente. Preciso achar isso, e a um preço viável, claro.

Bom, enquanto isso, vamos curtindo no You Tube. Confiram o que realmente há por trás do True Norwegian Black Metal

 

1ª Parte



 

 

 2ª Parte

 

 

 

3ª Parte

 

 

4ª Parte

 

 

 

5ª Parte