
A globalização, a revolução da internet, a rapidez da comunicação, vinte anos do Código de Defesa do Consumidor, o design das embalagens, novas mídias, marketing, propaganda, redes sociais...ufa!
São tantas as estratégias para falar e vender um produto ou serviço, não? Mas o mercado e as empresas em geral estão acordando para um detalhe tão importante quanto o produto: o público.
Não basta você fazer uma boa campanha se ela não estiver dirigida ao público-alvo correto, se seu produto não “falar” direito com quem compra, ou pior ainda, se não levar em conta o desejo do consumidor.
O consumidor evoluiu muito desde os anos 70, quando começou a ter opção de produtos, mudou seu comportamento com o Código de Defesa de Consumidor. Ele já não se deixa abater: reclama, chama o “call center”, lê as embalagens, manda e-mail, desafaba no blog, no twitter e acima de tudo torna-se cada vez mais consciente das empresas responsáveis socialmente.
Para falar sobre o produto ou o serviço existem planos de marketing e campanhas de propaganda. Mas, e para falar com os públicos? Sim, existe mais de um: público interno (funcionários, diretoria, sócios), misto (fornecedores, bancos, acionistas) e externo (comunidade, imprensa, formadores de opinião).
Esse público que você não vê, ou nem imagina a importância que representa ao seu produto/serviço deve ser tratado e da maneira correta. E nisto está o papel do Relações Públicas, criar canais de comunicação eficazes e eficientes com o seu público-alvo. Como é feito? Através de uma auditoria de opinião e um planejamento da comunicação para os tais públicos, com objetivos definidos e mensuração dos resultados.
As cidades, interior e capitais, estão cada vez mais em expansão recebendo indústrias locais, nacionais e até internacionais. Já é hora de saber fazer e praticar boas Relações Públicas.