Eu sou colaboradora do A Bordo da Comunicação, um blog para estudantes e profissionais de Relações Públicas e comunicação. Postei um artigo hoje e o replico aqui, pois a situação pode e deve ser utilizada para todas as profissões.
Veja:
Não, este não será um artigo de choramingos sobre a profissão. Mas uma constatação. Ser Relações Públicas é difícil em Pernambuco, em Porto Alegre, em Curitiba, em São Paulo, em Araraquara e até mesmo nos “cafundós do Judas”.
Primeiro vem a dificuldade de conceituarmos, dizermos o que é nossa profissão, depois a dificuldade da empresa entender a necessidade de ter um profissional RP. Mesmo com todo avanço da comunicação, nós profissionais e estudantes de RP nos deparamos com várias dificuldades.
Esse “privilégio”de desconhecimento e dificuldades é independente do tamanho da empresa e área de atuação. Está ligado ao modelo de gerenciamento adotado e as definições de prioridades na empresa.
Ora, se a empresa não liga para o relacionamento com seu público como é que saberá que necessita da prática de nossos conhecimentos? Como que essa empresa terá consciência que precisa valorizar e investir no seu capital humano? Como que essa empresa atuará com um marketing competitivo?
É exatamente neste momento que ser Relações Públicas fará toda a diferença. Crie um plano com pontos forte e fracos, mostre a necessidade de atuar mais próximo aos públicos que a compõem. Passe pelos departamentos da empresa colhendo informações que mostrem estatisticamente que seu trabalho renderá bons resultados.
Aproveite a macro visão que nossa formação possibilita e crie saídas para problemas na empresa em que trabalha, mesmo que não tenham solicitado ou tenham se dado conta que tais problemas existem e podem ameaçar o futuro da empresa.
Não importa onde ou em que situação esteja, seja um estagiário ou um profissional que faz a diferença. Sua moeda de troca é seu conhecimento e sua pró-atividade.
Quando se queixar que é difícil ser RP, pense nas oportunidades que temos. E lembre-se que um dia sempre pode ser melhor que outro, tudo depende do nosso esforço e interesse.
beijosmeclica