Afinal, o que são redes sociais?

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Por incrível que pareça, em 1960 Marshal McLuhan previa “máquinas de informação de última geração que farão do homem comum seu prórpio editor”. Com o surgimento da internet nos anos 90, não foi difícil em menos de 10 anos, começarem os fenômenos da sociedade em rede. Primeiro foram grupos de discussão, IR, ICQ, chats de bate-papo até chegarem as redes sociais atuais.


A partir de 2001/2002  com a interação da mídia e internet, o surgimento do hipertexto e o filtro que o internauta faz das informações que busca, surgiu a multimídia e com ela, novas formas de se fazer a comunicação interpessoal e a mercadológica. Isso tudo culminou por formar a segunda onda que é a web 2.0, onde quem cria o conteúdo é o internauta, seja através de um blog, ou wikipédia, para citar exemplos de novos meios de comunicação. O termo web 2.0 foi criado em 2003, por Tim O’Reilly, das empresas O’Reilly Media e MediaLive International.

 


Dentro desse novo contexto - a web 2.0 ou a segunda geração W W W (World Wide Web) - , a tecnologia e a comunicação começaram a contar com a troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais;  inicialmente restrito a um pequeno universo e hoje em dia em proporções geométricas diárias no surgimento de novas mídias/meios. Fazem parte da rede social,  novos canais de comunicação e relacionamento a saber: blogs, RSS, Wiki, tagging, sites de relacionamento, tecnologia Voip,  podcast, videocast, streaming, mashups, second life, youtube e twitter e comunicadores simultâneos.
 

Mídia social como apoio para ação promocional

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A agência Power4 criou uma ação para a margarina Becel em comemoração ao Dia Mundial do Coração, que é celebrado em 28 de setembro.
Durante uma semana, o vão livre do Masp, em São Paulo, abrigará uma escultura em forma de coração, e a escultura trará respostas de internautas à pergunta “O que faz bem para o seu coração?”.

Para participar, o internauta deve enviar a mensagem por meio de SMS (mensagem de texto vi celular) contendo a palavra “declare” e a frase para o nº 50006, ou via Twitter (microblogging), nos links: www.twitter.com/ameoseucoracao ou do www.ameoseucoracao.com.br

Esse é um dos exemplos mais recentes do marketing moderno. Hoje em dia a promoção tem várias faces, e com a chegada da web 2.0, em que o internauta participa e cria conteúdo, cada vez mais as redes sociais estão inseridas nos planejamentos de marketing.

 

Jornalistas usam blogs como fonte

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Essa notícia saiu no Comunique-se, o maior portal de comunicação do Brasil. Com base em uma pesquisa desenvolvida pela LVBA Comunicação, a matéria diz que "apesar de os jornalistas ainda não confiarem tanto no que lêem nos blogs escritos por profissionais de outras áreas, eles vêm utilizando cada vez mais o meio".
O estudo da LVBA Comunicação, desenvolvido no período de 30/06 à 16/07,  mostra que:

 * 46,2% dos entrevistados pela agência consideram os blogs mantidos por quem não é jornalista boas fontes de informação;

*  40,4% ainda desconfiam das informações postadas nos blogs;

* 13%  jamais consultam esse meio;

* Quase 60% dizem que mantém páginas pessoais;

* 10,2% têm contas no Flickr ( site dedicado a conteúdo colaborativo de postagem de fotos).

* Para 76% os blogs têm complementado o trabalho de apuração de informações;

*  Mais da metade (55,1%) começou a usá-los nos últimos anos.

E a maioria dos entrevistados acha que o jornalismo tornou-se mais dinâmico com a expansão da internet. Dá para ignorar esses números e achar que é só um modismo a junção da tecnologia da informação e comunicação?
E como diz Luli Radfahrer, e não é só isso, as inovações são constantes, acostumem-se.
 

Marina Colasanti

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Vou meter o mouse na seara da Fernanda Miranda, mas sem dúvida nenhuma o encontro que o SESC promove hoje com a escritora Marina Colasanti é sensacional.
Marina é uma autora que escreve bem e versa fácil sobre os temas que discorre.
Li um livro dela há tempos e nunca esqueço uma frase dele que diz mais ou menos assim: "existe atrás de cada pessoa descartável a possibilidade de uma surpresa".
Eu, se pudesse, não perderia esse encontro com a autora por nada.
 

 

Como você cuida da sua marca?

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Marca é independente do tamanho de sua empresa. A partir do momento que você cria uma empresa, um produto ou um serviço ele já começa o processo de branding, que é o desenvolvimento e gerenciamento da marca. Mas o que é marca?
Marca é percepção. É o valor que o consumidor atribui a ela, e é considerado ativo intangível de diferencial competitivo único. É a marca que acrescenta zeros ao preço de um produto, que faz seu produto ou serviço ser top of mind na mente do consumidor.

E como se constrói uma marca? O primeiro passo é a percepção visual dela, é o seu logotipo (o tipo da letra, somado ou não a um desenho que a representa), e durante todo o processo de vida do produto/serviço com atendimento, logística e distribuição,  ações institucionais,  marketing de  relacionamento e até mesmo as ações promocionais,  tudo isso ajuda a fixá-la na mente do consumidor. 
O processo de criação e gerenciamento de uma marca (o branding) é a longo prazo. É uma das áreas que as empresas devem gerenciar de perto, pois está intimamente ligada ao sucesso ou fracasso de seu produto/serviço.

Nas palavras de Kevin Roberts, CEO mundial da Saatchi & Saatchi, uma das maiores agências de publicidade do mundo, e autor dos livros Lovemarks: O futuro além das marcas  e Sisomo: the future on Scree:  “As pessoas tomam suas decisões 80% emocionalmente e 20% racionalmente. O racional nos leva a conclusões, o emocional nos leva a ações. É preciso vender com amor, com paixão. O marketing de massa já era. Morreu. Temos que tratar o consumidor individualmente. O consumidor quer interagir. Se você trabalha no departamento de marketing, mude-se para o departamento da conectividade. Você precisa ser um conector”.
A saber, as 10 marcas mais valiosas no momento são: 

Google – 86,1
General Electric - 71,4
Microsoft - 70,8
Coca-Cola – 58,2
China Mobile – 57,2
IBM – 55,3
Apple – 55,2
McDonald’s – 49,5
Nokia - 44
Marlboro – 37,3


Já no Brasil, as 10  mais poderosas são:  Globo, Coca-Cola, McDonald’s, Omo, Nestlé, Sony, Nike, Unilever, Ninho e Natura.

Se não fosse a visão de mercado de seu fundador, as estratégias de marketing e o gerenciamento de branding, a Coca Cola não estaria ainda hoje em dia no ranking e na fase de maturação que está. Apesar de ser um produto top of mind, a Coca Cola se reinventa e acompanha as evoluções do consumidor constantemente.
E o que você tem feito pela sua marca?